Monday, August 18, 2008

o milagre Lisboa

Koeln - Lisboa
adoro Lisboa por muitas razões.
uma é que oferece tantas surpresas -
escolhendo caminhos diferentes e andando com os olhos abertos é possivel descobrir cada dia outras casas fantásticas semelhante de pequenos castelos

ricas em detalhas
a arte tradicional dos azulejos
ou a arte moderna de grafite

e mais...

o milagre Dom

alcance o ceu
só algumas das milhões de estátuas e ornamentos decorando a fachada da catedrale
um dos três portais frontais
cada dia passam 10.000 pedestres a praça em frente do Dom




Friday, August 15, 2008

sem fotos

tentei de fazer o upload das fotos dos dias passados... nao da certo. entao, sem fotos.

estou em casa da minha amiga sandra, em colonia, a cidade onde morei os ultimos sete anos antes de mudar ao brasil. me estranhei muito voltando a essa cidade maravilhosa. senti que sou estranha, estrangeira nesse lugar. cheguei em colonia num desses pequenos trens que param em cada estacao e tive tempo para observar as pessoas, escutar conversas e para pensar. me senti tao diferente. nao consegui entender as pessoas por volta de mim, nao senti nenhuma ligacao, nada em comum com a minha pessoa, os meus valores, a minha maneira de ver o mundo, de viver.
e agora vou escrever algo que nao imaginava seria possivel... vou escrever as mesmas observacoes que muitos ja fizeram sobre alemanha e o seu povo: OS ALEMAES SAO FRIOS. e verdade, a final? o povo da minha terra natal e um povo frio pra caramba. ninguem olha nos olhos do outro, ninguem fala com o outro, ninguem sorri para o outro. somente se se conhecem. e tao triste - ter que notar isso. mas a minha primeira impressao era essa. como sao frios. SAO? quer dizer que ja nao sou? ontem chegando em colonia de trem senti me tao estranha, tao diferente dos outros por volta de mim. senti me sozinha. senti que nao faco parte. sera que ja sou mais brasileira ou que simplesmente nao sou mais alema.
desci na estacao principal, no centro da cidade, ao pe do DOM (da catedrale magnifica, extraordinaria da cidade onde se encontra as reliquias dos tres reis magos). rever o dom me fez chorar. ascendi velas e rezei e esqueci o tempo. e ao sair da catedrale nao me senti mais estranha e passei pelas ruas sorrindo e cumprimentando a minha colonia.
passei a noite com a minha amiga amada. sandra voltou uns meses atras a colonia depois de morar quatro anos em escocia (edinburgh) e ainda nao sente se em casa assim como antes, assim como no tempo em que conhecemo-nos e partilhavamos a vida de estudantes.

hoje a tarde partirei da alemanha voando a lisboa, portugal. uma homagem a sonhos passados, uma visita a uma bela cidade e pessoas queridas, uma semana de sol e ferias, um reencontro com ioana - com que tenho uma amizade esquesita e muito preciosa que ja tem 14 anos.

fotos - em breve

Tuesday, August 12, 2008

Monday, August 11, 2008

de volta - o primeiro dia

Diana, Sabije, Dunja e Bödi me esperando no Aeroporto de Düsseldorf.

Sabije, Diana, Gloria, Dunja e Julia.
A Sabije nasceu dois meses depois da minha saida de Alemanha,
e incrivel conhecer-la finalmente.
depois duma certa idade voltamos a infancia... :-)
a minha mae ja esta nesse caminho - adorando ser avo.
conheci tambem o Junior, filho do Alex e da Fatima - meus amigos amados de Mocambique


Junior, Fatima, Alex, a minha mae e o meu pai
a Diana - a minha amiga brasileira que confia tanto em mim que me escolheu como madrinha para os seus dois filhos lindos e maravilhosos

ela nao conheceu o meu cunhado Andi... se nao teria repensado sobre a sua escolha de madrinha: Os meus afilhados - o Shawn e a Laureen - na mao da policia federal

Friday, January 25, 2008

Juarez Strandkehrer


Juarez begegne ich fast täglich. Jeden Morgen kehrt er den Strand. Immer den gleichen Abschnitt zwischen dem Bootssteg der Vila da Glória und den zwei Felsen, die die Vila von der Praia Bonita trennen. In einem beneidenswert gleichmäßigen Rhythmus mit vielen kleinen Pausen und Unterhaltungen und Begegnungen. Er ist mein Beppo Strassenkehrer - die grauen Herren der Vila sind schwieriger zu erkennen, aber das ist ja bei grauen Herren immer so.

Osmar, meu amigo

Não é gaúcho como eu também não sou, más quem disse que é preciso ser gaúcho para adorar tomar chimarrão na praia e assistir os pescadores voltando do mar.
Mit Osmar verbindet mich viel mehr als unser allmorgentliches Ritual in seiner Strandbar Chimarrão zu trinken und den Fischer bei der Arbeit zuzusehen. Wir sind Freunde geworden.